Na pequena Rua de São Nicolau, na Ribeira, a viela leva a uma das melhores casas de comida tradicional da zona. Para os almoços e jantares de família (muito comuns por ali), há as confortáveis mesas do piso superior. O charmoso balcão de azulejos com tampo em madeira é um convite para refeições solitárias ou em grupos menores. Os espaços e os restaurantes que vai encontrar no Time Out Market Porto Nos últimos anos, a cena gastronómica tem-se transformado rapidamente, como reflexo de uma cidade cada vez mais aberta ao mundo – e que conquista mais e mais turistas a cada Verão. Também há clássicos que resistem à gentrificação.

Depois de ter trabalhado no Feitoria e de ter ficado em terceiro no MasterChef 2012, foi mudando de poiso até chegar a esta Vida de Tasca, onde funcionou durante 40 anos a Casa do Alberto. Os preços já são difíceis de encontrar e isso ajuda também a explicar o sucesso da casa. A grelha a carvão, plantada à janela direita de quem entra, é a oficina da melhor parte de uma ementa que vai rodando em dias mais ou menos fixos. A inspiração é sobretudo portuguesa, embora o chef não tenha pruridos em cruzá-la com técnicas e sabores de outras latitudes. Instalado no Bairro dos Actores, o espaço apresenta-se com uma carta curta e dinâmica, vinhos menos previsíveis e um ambiente descontraído.

Projecto do grupo Visabeira, o Gare ocupa a antiga Gare Marítima de Alcântara, revelando uma esplanada Terrazza Martini e uma sala envidraçada de frente para a Ponte 25 de Abril. Os clientes escolhem um copo, servem-se do açaí e escolhem os toppings que quiserem, entre granola, coco ralado, bolacha, leite condensado ou mel. Se quiser experimentar um cocktail, o bar, O’Mast, oferece sofisticadas bebidas com propostas de autor e snacks ligeiros, ideal para clientes locais e hóspedes. O antigo restaurante deu lugar ao ELEMENT6, capitaneado pelo chef Sebastian Fritye, cujo conceito gira em torno do fogo, do carvão e da precisão técnica da grelha, destacando desde pratos de peixe fresco à carne Wagyu. Na comida, há sopas, saladas e wraps, taças de iogurte com granola e papas de aveia para o pequeno, sem esquecer as empanadas, a tarte de coco e doce de leite e, claro, os alfajores argentinos.

Com umas belas arcadas em pedra a marcar a sala, o espaço foca-se na massa fresca italiana com influências do mundo e sabores do mar. A refeição termina com sobremesas caseiras, como o pudim de côco, servidas em loiça Vista Alegre. Uma das sobremesas disponíveis é o açaí, que tem uma estação de self-service. Nas sobremesas, há gelado frito de doce de ovos com canela e tigelada com creme mascarpone e doce de ovos.

Sítio de Gente Feliz

Entre as opções há tomate, mole, manjericão; chicharro, ajo blanco; escabeche de perdiz; dourada grelhada com tomatada de mexilhão e batata doce; pica-pau; ou cachaço de porco confitado com guisado de feijão maduro. A única decisão que tem de tomar é se escolhe entre o menu combo, que inclui três a quatro entradas, nove niguiris, dois rolls, sopa miso e sobremesa; ou o menu de niguiris, que é igual ao combo, mas não inclui as entradas. Foi o casal que, vindo de Alto Minho, abriu o restaurante apostado em servir o melhor da região. No piso de baixo, está o bar com cocktails de autor e quatro salas privadas, para uma experiência mais intimista. Se na casa-mãe a ideia é deixar-se estar e descobrir o peixe além do marisco, neste espaço o marisco e os petiscos são as estrelas e está pensado para refeições mais rápidas. Com mais de 100 lugares, entre a elegante sala, o balcão e uma esplanada interior, o serviço é exemplar.

  • Além disso, o David da Buraca é sempre uma boa opção para jantares de grupo, já que espaço não lhe falta.
  • A dupla criou aqui uma cozinha saborosa, de partilha, mas sem empratamentos mínimos, sem pretensões a bistrô e ainda assim com momentos de genialidade.
  • Pagam-se 22,50€ e come-se o que se quiser (com bebidas, café e sobremesas incluídas, o preço fica nos 32,50€).
  • Na comida, há sopas, saladas e wraps, taças de iogurte com granola e papas de aveia para o pequeno, sem esquecer as empanadas, a tarte de coco e doce de leite e, claro, os alfajores argentinos.
  • Croquetes, pastéis de bacalhau, mousse intensa e vinho a jarro completam o quadro de uma sala cheia de clientela fiel.

Casa dos Passarinhos

Mas eis que o legado continua com os empregados e a chef de sempre, Manuela Brandão. Hari Chapagain assume-se como chef e trabalha o tandoor à vista, de onde sai um naan digno e umas costeletas de borrego suculentas, fumadas no ponto. Há uma certa desarrumação na casa e os pratos anunciam-se na ardósia, mas na cozinha trabalha-se o produto como artesanato. É a Joaquim Saragga Leal que devemos a Taberna Sal Grosso, de onde saíram alguns dos chefs, cozinheiros e taberneiros modernos que têm dado que falar, de Zé Paulo Rocha (O Velho Eurico) a Pedro Abril (Musa). Começou com um balcão de sete lugares em Alcântara e nem a mudança de morada o tornou maior, também porque a ideia nunca foi crescer em tamanho, mas sim em condições. Há menos mesas (um drama para um restaurante com uma lista de espera de meses).

Informações Práticas e Acessibilidade

O marisco nacional continua a ser a aposta, mas a carta evoluiu e, com produto sólido e um serviço irrepreensível, é também no prato que se justificam contas mais pesadas. O espaço é bem maior e a decoração exuberante, com dourados reluzentes tons, sofás de veludo, colunas, frisos, luxuosos candeeiros. Aqui, a filosofia é o omakase, em que o cliente se entrega nas https://tribunasportsbar.pt/ mãos do chef. Com mais de 30 restaurantes em todo o mundo, Olivier da Costa soma dez conceitos de gastronomia. No Mercado de Arroios, a carta é pensada para se partilhar – e Mezze significa isso mesmo, uma refeição de partilha, com amigos ou família. Pode chegar à mesa uma filhós de foie gras e profiterole de Azeitão, uma tarte de percebes ou um linguado com espargos brancos em molho sedoso.

À noite, o menu faz-se de petiscos e pratos para partilha, de um pica-pau de novilho a uns ovos rotos com farinheira, umas bochehchas de porco ou um xerém de berbigão. O Cacué é uma tasca portuguesa do século XXI onde não ficamos ofuscados com a instalação no tecto, nem adição na conta.” Assim resume o crítico Alfredo Lacerda este restaurante tradicional em Picoas. A cidade deixou de fazer restaurantes como este, de comidinha de sempre e foco no sabor, no produto e no preço, restaurantes em que o cozinheiro está na cozinha e na sala e conhece toda a gente pelo nome. Nos dias normais, são obrigatórias as empadas, as canjas, os arrozes e outros pratos de tacho.

Há uma secção inteira dedicada aos pratos de caça, e as sobremesas, que aqui se chamam lambarices, incluem sericaia com ameixa de Elvas, encharcada de Mourão e fidalgo real. Os mariscos e peixes portugueses têm destaque no cardápio do chef, que ainda oferece o Kitchen Seat para os casais que querem ter uma experiência ainda mais imersiva na sua cozinha. No Porto, ela está bem representada no RO, do chef João Pupo Lameiras, que abriu um espaço minimalista dedicado ao ramen – mas não só.

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